quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O cordeirinho e o lobo mau!


Num riacho de límpida corrente um cordeirinho matava a sede. Havia ali paz e tranqüilidade.Eis que surge um lobo faminto e põe-se a esbravejar:
-Era o que faltava! Então você se atreve a turvar a água que vou beber?
Atemorizado, o cordeirinho responde:
- É engano seu. O senhor está aí em cima; eu, aqui embaixo. Como posso, pois, sujar a água que vem descendo?
Diante dessa verdade, o lobo calou-se por um instante. Mas logo voltou a acusar:
-E ainda mais. Tenho prova de que você falou mal de mim o ano passado
-Mas como? Eu nasci este ano, muito distante daqui.De que modo poderia ter falado mal do senhor o ano passado?
-Não foi você? – insiste o feroz carnívoro. Então foi seu irmão.É tudo o mesmo sangue.
-Não tenho irmãos. É mais um equívoco seu.
O lobo tornava-se cada vez mais furioso. Com sua inocência, o cordeirinho livrava-se de tudo maravilhosamente.
-Pois se não foi seu irmão, foi um parente qualquer – uivou a fera irritada, sentindo que suas acusações se deduziam a pó.
E atirou-se sobre o pobre cordeirinho, devorando-o impiedosamente.
Moral da fábula: Contra força não há argumentos.
Em tempo: Quem ler a matéria é literalmente transportado para a realidade da cidade de Canavieiras. As semelhanças não são meras coincidências.

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