Regional Sul Fm 95,1

BRONCAS,DENÚNCIAS,GENTE PROCURANDO GENTE,FOTOS/FLAGRANTES,ACIDENTES

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FALANDO A VERDADE! DOA EM QUEM DOER,LASCANDO A MADEIRA NOS POMBOS SUJOS.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

ITARANTIM: FÁBRICA VAI ABRIR VAGAS DE EMPREGOS

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Nos próximos dias será implantado em Itarantim o segundo galpão da fábrica RENATA MELLO, o município foi contemplado no primeiro semestre com um galpão e com a contratação de vários funcionários.

O prefeito Paulo Fernandes (PSB) usou seu prestígio junto ao governo do estado e viabilizou a instalação da fábrica nos galpões que eram utilizados pela a fábrica da Azaléia.

“ em período de crise nosso município ganhou uma fábrica que gerou e continua gerando empregos. Isso vai alavancar a nossa econômica que ficou balançada com o fechamento da fábrica da Azaléia”, declarou o prefeito.

Cunha afirma que protestos contra redução da maioridade partiram de minoria

Cunha afirma que protestos contra redução da maioridade partiram de minoria
Foto: Laycer Tomas/ Agencia Câmara
Na tarde desta quinta-feira (2), o presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha, através do Twitter disse que o Brasil teve uma grande vitória, após aprovação da redução da maioridade penal. "Cumpri o compromisso de colocar em pauta as demandas da população e nesse caso 87% do Brasil é a favor", afirmou.
Cunha chegou a destacar que os protestos realizados partiu de "uma minoria" e que o resultado foi a vontade do povo. Para ele, a população "Está com grito da impunidade entalado na garganta a (sic) muito tempo". Além disso, a redução é uma resposta para confortar as famílias "dilaceradas" por menores, garantiu o presidente da Câmara.

Porto Seguro: Oposição vai levar contratos do São João ao Ministério Público

O São João de Porto Seguro, cidade localizada no Sul da Bahia, vai parar no Ministério Público do Estado (MP). A afirmação parte do vereador Danilo Barbosa (PSD), único da oposição dos 17 parlamentares que compõem a Câmara Municipal da cidade. Barbosa afirmou que todos os contratos já estão sendo analisados pelo advogado dele. “Estou esperando o levantamento para pegar a nota fiscal que realmente foi paga. Porque há sim suspeita de superfaturamento”, afirmou, informando que o valor superfaturado pode atingir um milhão e meio de reais.
Entre os contratos que chamaram mais atenção estão os de Lordão e da banda Aviões do Forró. “R$ 300 mil para Aviões foi muito. Isso não existe e nem foi o show principal já que só começou a tocar 3h30 da madrugada”, ressaltou. Segundo ele, o preço pago ao cantor Lordão (valor que o vereador não tinha em mãos), também está sendo investigado. “Só voltamos agora dia 3 de agosto do recesso na Câmara. Até lá, terei tempo para pegar todas as informações necessárias que levarei até o Ministério Público. Isso não ficará impune”, denunciou.
O cachê médio da banda Aviões do Forró gira em torno em R$ 200 mil. A reportagem tentou falar com a prefeita Claudia Oliveira (PSD), mas o telefone da gestora estava na caixa.

Abertos os festejos em louvor ao padroeiro

Um grande número de fiéis católicos participou ontem no final da tarde da abertura dos festejos em louvor a São Boaventura, padroeiro da cidade.
Teve missa campal precedida de uma Carreata da Fé e presença delegações de Mascote e São João do Paraíso, com imagens de São Sebastião e São João Batista, vindas daquelas localidades.
A Paróquia de São Boaventura está prestes a completar 300 anos de fundada, o que ocorrerá em 2018, e os eventos de agora até lá fazem parte do programa “300 anos de fé e evangelização neste chão, construindo o Reino de Deus”.
Hoje, 2 de julho, a festa do padroeiro de Canavieiras terá continuidade com missa, às 19 horas, dedicada aos profissionais da Educação, com o tema “No serviço e na solidariedade seguimos a Cristo na Igreja”.
Fonte/Tabuonline    CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR

Prefeito não paga e culpa vereadores

O prefeito Almir Melo está disposto a suspender o pagamento de salários ao funcionamento municipal e ameaça não pagar também a fornecedores.
Ele estaria alegando que não dispõe de dotação orçamentária para efetuar tais despesas, culpando por isso os vereadores, que não teriam atendido o seu pedido de suplementação orçamentária.
A verdade é bem outra, afirmam os vereadores em nota distribuída na tarde de hoje, garantindo que o prefeito dispõe de dotação orçamentária para pagar salários e a fornecedores pelos próximos três meses.
Segundo os vereadores, o prefeito solicitou suplementação de verba à Câmara, mas isso nada tem a ver com a falta de dotação orçamentária para efetuar tais pagamentos.
A propósito desse pedido suplementar, dizem os vereadores que foi feito de forma ilegal e, inclusive, sem que o prefeito fornecesse a documentação solicitada pela Câmara há mais de 15 dias.
Mas, repetem os vereadores, esse pedido de suplementação não é indicador de que inexista hoje dotação orçamentária para que os aludidos pagamentos sejam efetuados.
Concluem os vereadores de que o prefeito procura na verdade criar um problema artificial na tentativa de desgastar a Câmara e de enganar funcionários e fornecedores

As Muquiranas na lavagem de São Boaventura

Homens travestidos de mulher, com toda a esculhambação permitida.
É o bloco carnavalesco “As Muquiranas”, que está em fase de reorganização para desfilar em grande estilo no Carnaval do ano que vem.
Mas já neste 12 de julho, muitos do seus integrantes já se mostrarão no cortejo e lavagem das escadarias da matriz de São Boaventura, com uniforme condizente com a ocasião: camisa de malha com a logomarca do bloco e a figura do santo padroeiro.
Na praça, “As Muquiranas” terão uma barraca com comidas próprias para a ocasião e uma exposição de fotos de antigos carnavais em que aparecem muitas das “meninas” de antigamente.
Mais informações a seguir, no material fornecido pela diretoria de marketing do bloco.Fonte/Tabu online

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Fim da linha para as amarelinhas: lâmpadas incandescentes saem das prateleiras nesta quarta

Elas dão espaço para outras opções mais econômicas, como as populares fluorescentes

Fim da linha para as amarelinhas: lâmpadas incandescentes saem das prateleiras nesta quarta Ver Descrição/Ver Descrição
Incandescente (de baixo) abre espaço no mercado para as lâmpadas fluorescentes, bem mais econômicasFoto: Ver Descrição / Ver Descrição

A partir de hoje, quem procurar lâmpadas incandescentes de 60 watts, as mais comercializadas no país, não deve mais encontrá-las — apenas algumas lojas têm as últimas unidades no estoque, porque a produção cessou há um ano. Na Cia. das Lâmpadas, no Centro da Capital, por exemplo, há poucas, pelo preço de R$ 3.
Elas deixam de ser vendidas neste 1º de julho para atender ao cronograma estabelecido pela Portaria Interministerial 1.007, de 2010, que fixou índices mínimos de eficiência luminosa para fabricação, importação e comercialização das lâmpadas incandescentes no país, conforme a Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilux).
Lâmpadas incandescentes de 100, 150 e 200 watts já foram retiradas do mercado no ano passado. As com potência entre 25 e 40 watts deixaram de ser produzidas ontem e ficam no mercado até 30 de junho de 2016.
Na hora da compra, o consumidor vai sentir a diferença, porque a lâmpada incandescente custa menos em comparação com a fluorescente. Em contrapartida, a fluorescente é mais econômica e chega a durar dez vezes mais. Neste caso, a economia vem depois. A conta de luz também diminui. DURA MAIS
Amélia e Edis querem uma conta de luz mais barata - FOTO: LUIZ ARMANDO VAZ

As incandescentes são as mais utilizadas pelos brasileiros: cerca de 70% dos lares ainda são iluminados por elas, conforme o Programa Brasileiro de Etiquetagem. Como o do casal Edis Elodir Caneda, 67 anos, vigilante, e Amélia da Conceição Rodrigues Dutra, 77 anos, aposentada, no Bairro Partenon, na Capital. Eles não gostaram da novidade, apesar de reconhecerem que a incandescente queima com muito mais facilidade do que a fluorescente.
— Vamos ter que juntar dinheiro para ir trocando aos poucos, conforme forem queimando — diz Amélia, que espera, em contrapartida, que a conta de luz fique menor do que os atuais R$ 60 mensais.
— Trocamos a metade das lâmpadas de casa para fluorescente há um ano e meio e, até agora, estão funcionando. As outras vivem queimando. Meu plano é reformar a casa e colocar todas de led — planeja Edis.
Economia de energia
Se todas as casas do Brasil passassem a usar lâmpadas de led no lugar da incandescente, a economia de energia seria igual a todo o consumo residencial dos sete Estados da Região Norte, conforme a Abilux.
Ela é a opção mais cara, mas pode durar até 30 vezes mais, já que tem eficiência de 80% a 90% maior do que as incandescentes.

PARA REFLETIR

Existem mais de 1 bilhão de pessoas no mundo que possuem páginas no facebook, ou seja, são usuários.
A imprensa divulgou que cerca de 27 milhões de pessoas (http://m.huffpost.com/br/entry/7692658) trocaram a foto sugerida pela empresa, aquela do arco-íris.
Ou seja apenas cerca de 2,7% de pessoas aderiram.
Isso deve significar algo né?
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Eduardo Cunha decide votar hoje novo texto sobre maioridade penal

Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso
Uma nova proposta para redução da maioridade penal será votada hoje (1º) em sessão extraordinária. Após acordo com líderes que defendem a redução, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu colocar em votação uma nova proposta apresentada por parlamentares do PSD, PSC, PHS e PSDB.
Esses partidos propõem a redução da maioridade penal para crimes hediondos, lesão corporal grave, lesão corporal grave seguida de morte, mas excluem a redução para casos de roubo agravado, tráfico de drogas, terrorismo e tortura.
A propostasemelhante à rejeitada no início da madrugada, foi apresentada na manhã desta quarta-feira e gerou críticas de deputados contrários à redução. Eles classificaram a iniciativa como manobra regimental. “Não é aceitável para ninguém que o derrotado da madrugada faça uma reposição pela manhã. É inaceitável que acerte com alguns líderes para tentar garantir uma vitória que não existiu há pouquíssimas horas”, disse a líder do PCdoB, Jandira Feghali.
Os deputados argumentam que a emenda não pode ser votada, porque não tem suporte em nenhuma das emendas destacadas no processo de votação.
Como o texto derrotado ontem (30) foi um substitutivo do deputado Laerte Bessa (PR-DF), os parlamentares contrários à nova proposta entendem que, para concluir a votação, os deputados deveriam votar o texto original, que prevê a redução penal de 18 para 16 em todos os crimes, mas não um texto partindo de matéria já vencida.
Mais cedo, Cunha explicou que iria terminar a votação da matéria, mas que ainda desconhece a emenda. "Não li [a emenda que tirou roubo e tráfico]. Sou favorável à redução plena, à PEC original. 
Os deputados favoráveis à redução concordam com a votação da emenda. Para o líder do PSDB, Nilson Leitão (PSDB-MG), ela deve ser colocada em votação com outras que venham a ser apresentadas em plenário.
“Ainda existe uma pauta extensa. Apesar do substitutivo ter sido reprovado, há uma continuidade. O projeto original pode entrar em pauta e, durante a sessão, pode receber emendas aglutinativas, destaques e tudo mais para continuar a votação”, acrescentou Leitão. 
Segundo o líder do PSB, Glauber Braga (RJ), a votação da emenda representa perigo ao processo legislativo, pois os deputados não têm mais garantia de que o resultado de uma votação será considerado válido.
Alguns deputados argumentam que Cunha desrespeita a Constituição de 1988, que diz que uma matéria de emenda à Constituição rejeitada numa legislatura só poderá ser apreciada novamente no ano seguinte.
De acordo com Glauber Braga, a aceitação da emenda é uma vontade pessoal de Cunha, publicamente favorável à redução. "O presidente Eduardo Cunha não aceita mais perder. Não é a primeira vez que faz isso. Ele interpreta o Regimento da Casa ao seu bel prazer. Ele faz tudo para conseguir uma vitória em uma decisão. Já fez isso em decisões anteriores e está fazendo novamente", concluiu.

A FESTA TÃO ESPERADA POR TODOS ,ESTÁ AÍ

O prefeito FERLU,vem mantando todas as tradições da cidade,realizando suas festas e fortalecendo a cultura do seu povo.

Adesivos misóginos são a nova moda contra Dilma

Neste momento, circulam peles redes sociais imagens de montagens feitas com o rosto da presidenta Dilma Rousseff, em que ela aparece de pernas abertas. São colados adesivos com essa imagem na entrada no tanque de gasolina dos carros, que, quando abastecidos, passam a ideia de que a bomba de gasolina está penetrando sexualmente a figura falsa da presidenta.
Segundo os adeptos dessa aberração machista, a intenção é “protestar” contra o aumento da gasolina. Parece que para eles a melhor analogia para um protesto é um estupro, uma violação sexual que ainda é exibida como se fosse algo engraçado. A penetração, nesse caso, é a punição contra a presidenta, que está sendo “castigada” por ter subido os custos do abastecimento.
A hipocrisia das pessoas que compactuam com esse tipo de atitude é desconcertante.  Muitos desses indivíduos fazem parte de camadas conservadoras, que defendem uma suposta “preservação da família” e uma ideia de moral pautada nos anos 40. Curiosamente, essas pessoas não refletem e não se preocupam com a mensagem que estão passando para as pessoas nas ruas, incluindo crianças, que verão a imagem da presidenta de pernas abertas e darão de cara com a bomba de gasolina “entrando” em seu corpo dessa maneira.
Essa prática, que jamais deve ser chamada de protesto, evidencia que faltam argumentos políticos e embasados em fatos, análises sérias e dados convincentes para respaldar as críticas contra o governo Dilma. Porque, sim, é possível criticar o governo atual e até mesmo manifestar revolta sem apelar para misoginia e analogias de estupro. A presidenta Dilma não deu o seu consentimento para que isso fosse feito, com essas montagens grotescas; certamente, essa prática só serve para banalizar e naturalizar, ainda mais, a violência sexual contra as mulheres.
Foto de capa: Reprodução / Facebook

02 DE JULHO:INDEPENDÊNCIA DA BAHIA

A declaração de independência feita por Dom Pedro I, em sete de setembro de 1822, deu início a uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana.
No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. Os grupos favoráveis ao fim da colonização enxergavam na transformação liberal lusitana um importante passo para que o Brasil atingisse sua independência. No entanto, os liberais de Portugal restringiam a onda mudancista ao Estado português, defendendo a reafirmação dos laços coloniais.
As relações entre portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. Meses antes da independência, grupos políticos se articulavam pró e contra essa mesma questão. No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declarava fiel a Portugal.
Utilizando autoritariamente as tropas a seu dispor, Madeira de Melo resolveu inspecionar as infantarias, de maioria brasileira, no intituito de reafirmar sua autoridade. A atitude tomada deu início aos primeiros conflitos, que se iniciaram no dia 19 de fevereiro de 1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se alastraram para as imediações da cidade de Salvador. Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornaram os principais palcos da guerra.
Nessa primeira onda de confrontos, as tropas lusitanas não só enfrentaram militares nativos, bem como invadiram casas e atacaram civis. O mais marcante episódio de desmando ocorreu quando um grupo português invadiu o Convento da Lapa e assassinou a abadessa Sóror Joana Angélica, considerada a primeira mártir do levante baiano. Mesmo com a derrota nativista, a oposição ao governo de Madeira de Melo aumentava.
Durante as festividades ocorridas na procissão de São José, de 21 de março de 1822, grupos nativistas atiraram pedras contra os representantes do poderio português. Além disso, um jornal chamado “Constitucional” pregava oposição sistemática ao pacto colonial e defendia a total soberania política local. Em contrapartida, novas forças subordinadas a Madeira de Melo chegavam a Salvador, instigando a debandada de parte da população local.
Tomando outros centros urbanos do interior, o movimento separatista ganhou força nas vilas de São Francisco e Cachoeira. Ciente destes outros focos de resistência, Madeiro de Melo enviou tropas para Cachoeira. A chegada das tropas incentivou os líderes políticos locais a mobilizarem a população a favor do reconhecimento do príncipe regente Dom Pedro I. Tal medida verificaria qual a postura dos populares em relação às autoridades lusitanas recém-chegadas.
O apoio popular a Dom Pedro I significou uma afronta à autoridade de Madeira de Melo, que mais uma vez respondeu com armas ao desejo da população local. Os brasileiros, inconformados com a violência do governador, proclamaram a formação de uma Junta Conciliatória e de Defesa instituída com o objetivo de lutar contra o poderio lusitano. Os conflitos se iniciaram em Cachoeira, tomaram outras cidades do Recôncavo Baiano e também atingiram a capital Salvador.
As ações dos revoltosos ganharam maior articulação com a criação de um novo governo comandado por Miguel Calmon do Pin e Almeida. Enquanto as forças pró-independência se organizavam pelo interior e na cidade de Salvador, a Corte Portuguesa enviou cerca de 750 soldados sob a lideranaça do general francês Pedro Labatut. As principais lutas se engendraram na região de Pirajá, onde independentes e metropolitanos abriram fogo uns contra os outros.
Devido à eficaz resitência organizada pelos defensores da independência e o apoio das tropas lideradas pelo militar britânico Thomas Cochrane, as tropas fiéis a Portugal acabaram sendo derrotadas em 2 de julho de 1823. O episódio, além de marcar as lutas de independência do Brasil, motivou a criação de um feriado onde se comemora a chamada Independência da Bahia.
Por Rainer Sousa
Graduado em História