O homicídio de Carlo André aconteceu no dia 18 de outubro do ano passado, dentro da pizzaria. Toda a ação foi filmada por uma câmera de segurança do estabelecimento.
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Segundo a Polícia Civil (PC),Alef Jonarks fugia de uma operação,quando foi reconhecido e interceptado em São João do Panelinha,Camacan |
Alef Jonarks dos Santos Arcanjo suspeito de envolvimento no assassinado do dono de uma pizzaria de Canavieiras,no sul do estado, morreu nesta quinta-feira(12),após entrar em um confronto com policiais militares. Segundo a Polícia Civil(PC),o investigado fugia de uma operação,quando foi reconhecido e interceptado em São João do Panelinha,Camacan,a 88,5 km da cidade do crime,onde ele morava.Durante a ação,o suspeito teria reagido e foi baleado.A ação deflagrada em Canavieiras,com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão na casa do suspeito e de mais dois investigados,Romario Conceição dos Santos(vulgo Saruê)e Afonso Lucas Pessoa,que conseguiram fugir.
Conforme a polícia,durante as buscas,foram apreendidos celulares, equipamentos de videomonitoramento e veículos,além de drogas e outros materiais que serão analisados durante as investigações. O homicídio do empresário Carlos André aconteceu no dia 18 de outubro do ano passado,dentro da pizzaria.Toda a ação foi filmada por uma Câmera de segurança do estabelecimento.
Na ocasião,um homem com um capacete fingiu ser um cliente para se aproximar da vítima.Em seguida fez uma pergunta para Carlos André da Silva Júnior,enquanto sacava a arma.Quando a vítima virou para respondê-lo,foi surpreendida pelos tiros.Carlos André chegou a ser levado para o Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus,na mesma região do estado,mas não resistiu.
O caso segue sob apuração da Delegacia de Canavieiras.Até a última atualização desta reportagem,ninguém havia sido preso.
Na ocasião,um homem com um capacete fingiu ser um cliente para se aproximar da vítima.Em seguida fez uma pergunta para Carlos André da Silva Júnior,enquanto sacava a arma.Quando a vítima virou para respondê-lo,foi surpreendida pelos tiros.Carlos André chegou a ser levado para o Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus,na mesma região do estado,mas não resistiu.
O caso segue sob apuração da Delegacia de Canavieiras.Até a última atualização desta reportagem,ninguém havia sido preso.
O Serviço de Investigações da Delegacia Territorial de Canavieiras, juntamente com o CATTI/Costa do Cacau e o PETO da 71 CIPM, realizaram diligências no sentido de cumprimento aos mandados de busca em apreensão,expedidos pela vara criminal de Canavieiras/Ba,em inquérito policial que investiga o homicídio que vitimou a pessoa de Carlos André da Silva Junior,foi mantido contato com prepostos da 62 CIPM,informando o fato.Posteriormente o SI da DT de canavieiras, tomou conhecimento via WhatsApp,que policiais militares da 62 CIPM,da cidade de camacan,realizaram incursão no sentido de localizar o mencionado suspeito e durante as diligências houve confronto armado com o referido indivíduo,resultando no óbito do mesmo.
O QUE DIZ AS INVESTIGAÇÕES DA POLÍCIA( MOTIVO DO ASSASSINATO)
Há aproximadamente uma semana antes do homicídio,a Polícia Militar realizou uma ação policial no bairro Sócrates Rezende,em Canavieiras.Segundo as informações levantadas,durante essa ação os policiais ingressaram no local por meio de um acesso existente em um depósito pertencente ao proprietário de uma pizzaria,Carlo André,o qual normalmente permanecia fechado.
Após a ocorrência dessa ação policial,indivíduos ligados ao grupo criminoso passaram a suspeitar que o proprietário do imóvel teria facilitado a entrada da Polícia Militar,acreditando que ele teria colaborado com a intervenção policial.Conforme apurado,Romário(Saruê)é primo de um dos indivíduos envolvidos na referida ação ocorrida anteriormente com a Polícia Militar. Em razão dessa ligação e da suspeita criada após a ação policial,o grupo criminoso passou a acreditar que o proprietário do depósito teria atuado como informante da polícia,ou,na linguagem utilizada pelo próprio grupo, um “caguete(X9)” da Polícia Militar.
Assim,a linha investigativa indica que a motivação do homicídio estaria relacionada a essa suspeita de colaboração com a polícia,decorrente do episódio da ação policial realizada dias antes no bairro Sócrates Rezende. Fonte: DT Canavieiras/7ª COORPIN - Ilhéus
Após a ocorrência dessa ação policial,indivíduos ligados ao grupo criminoso passaram a suspeitar que o proprietário do imóvel teria facilitado a entrada da Polícia Militar,acreditando que ele teria colaborado com a intervenção policial.Conforme apurado,Romário(Saruê)é primo de um dos indivíduos envolvidos na referida ação ocorrida anteriormente com a Polícia Militar. Em razão dessa ligação e da suspeita criada após a ação policial,o grupo criminoso passou a acreditar que o proprietário do depósito teria atuado como informante da polícia,ou,na linguagem utilizada pelo próprio grupo, um “caguete(X9)” da Polícia Militar.
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