Essa rotina envolve uma carga intensa de terapias,adaptações constantes, enfrentamento do preconceito e a luta diária por inclusão e direitos básicosA Secretaria Municipal de Saúde realizou,nesta quinta-feira(13),uma reunião de alinhamento com as mães de crianças atípicas do município.
O termo mãe atípica descreve a mulher que cria e cuida de um filho com deficiência,atraso no neurodesenvolvimento ou condição rara,como autismo(TEA),TDAH ou síndromes genéticas. Essa rotina envolve uma carga intensa de terapias, adaptações constantes, enfrentamento do preconceito e a luta diária por inclusão e direitos básicos''O momento foi dedicado à escuta,ao diálogo e à compreensão das principais necessidades das famílias,buscando,de forma conjunta, caminhos para aprimorar cada vez mais o atendimento e os serviços oferecidos às nossas crianças'',explica a Secretária de Saúde,Evilane Morais.
Durante o encontro,também foi anunciada uma importante novidade: a contratação de um fonoaudiólogo,que passará a integrar a rede de atendimento,ampliando o suporte e a assistência às crianças que necessitam desse acompanhamento
O termo mãe atípica descreve a mulher que cria e cuida de um filho com deficiência,atraso no neurodesenvolvimento ou condição rara,como autismo(TEA),TDAH ou síndromes genéticas. Essa rotina envolve uma carga intensa de terapias, adaptações constantes, enfrentamento do preconceito e a luta diária por inclusão e direitos básicos''O momento foi dedicado à escuta,ao diálogo e à compreensão das principais necessidades das famílias,buscando,de forma conjunta, caminhos para aprimorar cada vez mais o atendimento e os serviços oferecidos às nossas crianças'',explica a Secretária de Saúde,Evilane Morais.
Durante o encontro,também foi anunciada uma importante novidade: a contratação de um fonoaudiólogo,que passará a integrar a rede de atendimento,ampliando o suporte e a assistência às crianças que necessitam desse acompanhamento
· Sobrecarga física e mental: O acúmulo entre gerenciar terapias, consultas médicas, tarefas da casa e o cuidado direto gera exaustão crônica.
· Isolamento social: A falta de compreensão da sociedade e a ausência de uma rede de apoio efetiva deixam muitas mães sozinhas no processo.
· Capacitismo e julgamento: A necessidade constante de explicar comportamentos dos filhos ou de lutar por atendimentos prioritários desgasta emocionalmente
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